FAQS

Perguntas Frequentes

É verdade que as restaurações de “massa escura” podem ser substituídas por materiais iguais ao dente natural sem que este fique enfraquecido?

Sim. De facto hoje em dia podemos substituir essas restaurações com materiais que simulam na perfeição a anatomia e cor dos dentes naturais, e sem que isto prejudique a longevidade desses dentes.

Porque é que a minhas coroas (pivots) estão escuras junto à gengiva? É possível resolver este problema?

A explicação para esse problema prende-se normalmente com o facto de essas coroas serem confeccionadas em metal-cerâmica. O metal utilizado poderá ter sofrido corrosão ou a raiz ter ficado exposta ao longo do tempo. A solução será a substituição por coroas totalmente cerâmicas sem metal ou utilizar ligas metálicas resistentes à corrosão.

O que são os implantes dentários?

São raízes artificiais de titaneo que podem conviver de forma sã com os tecidos ósseo e gengivais e que serviram de suporte dos dentes ausentes.

Os implantes permitem substituir os dentes perdidos, seja por cáries ou por doenças periodontais, independentemente do numero de dentes perdidos. Permitem, assim substituir um dente, vários dentes ou todos os dentes.

Em que consiste o tratamento?

O tratamento deve ser adequado a cada caso clínico. No entanto, em termos gerais podemos dizer que inclui habitualmente 4 fases: estudo e planificação, fase cirúrgica, fase restauradora, e fase de tratamento de suporte.

Quanto tempo duram os tratamentos com implantes?

Espera-se que o tratamento de implantes dure entre 15 a 20 anos, mas o tempo vai depender de um conjunto de fatores, entre eles: a higiene oral do paciente, os hábitos no consumo de tabaco, a existência ou não de hábitos parafuncionais, como por exemplo o ranger dos dentes. Todos estes fatores têm influência na longevidade dos tratamentos reabilitadores. Cada caso é particular e deve ser estudado e seguido ao pormenor para alcançar a maior durabilidade do tratamento. Para tal, é conveniente efetuar sempre as consultas de controlo de 6 em 6 meses de forma a monitorizar e atuar prontamente na resolução de qualquer problema/situação que possa surgir e afetar o tratamento restaurador.

Porque devemos preservar os dentes de leite?

A preservação da dentição decídua é fundamental para:

• O desenvolvimento da fala e dos ossos da face
• Respiração
• Evitar a diminuição da arcada dentária e consequente falta de espaço para a erupção dos dentes definitivos
• Equilíbrio emocional da criança
• Estética

Quando nascem os dentes de leite?

A formação dos dentes de leite inicia-se na vida intra-uterina, no 1º trimestre de gravidez.
Por volta dos seis meses, surgem os incisivos inferiores e a dentição decidua completa-se entre os 24 e os 30 meses (20 dentes).
É possível acompanhar o desenvolvimento destes dentes observando alguns sinais como gengivas inflamadas, excesso de saliva, febre ligeira a moderada, e uma necessidade de morder objetos duros.
Podem também surgir alterações de humor, de apetite e de sono.
Nesta fase pode utilizar dedeiras ou mordedores (frios, preferencialmente) para aliviar o desconforto do bebé.

A partir de que idade deve a criança começar a lavar os dentes?

Assim que surgir o 1º dente (por volta dos 6 meses),o responsável pela criança deve lavar os dentes com uma compressa húmida.
Crianças com menos de 3 anos devem usar as pastas dentífricas de uma forma criteriosa. Como a criança tende a engolir, os pais devem proceder à escovagem utilizando quantidades de pasta mínimas ou optar por produtos com menor concentração de flúor ou mesmo ausentes de flúor.
A criança com idade pré-escolar, deve ser motivada, vigiada e ajudada pelos pais, devendo lavar os dentes sempre após as refeições. A quantidade de pasta utilizada deve ser do tamanho de uma ervilha e o fio dentário deve ser introduzido o mais cedo possível, criando o hábito de ser utilizado juntamente com a escova.

Com que idade deve a criança fazer a 1º consulta ao médico dentista?

Os pais devem ser esclarecidos, mesmo antes do 1º dente erupcionar a respeito da importância dos dentes decíduos, dos sinais que acompanham a sua erupção, da importância da amamentação, uso de chupeta, hábitos de higiene oral, alimentação…
A criança deve visitar o dentista logo que apareça o 1º dente e será o profissional que determinará a frequência com que deve ver a criança, NÃO ESQUECENDO QUE A PREVENÇÃO É FUNDAMENTAL.

Em que idade deve ser realizada a primeira consulta ao ortodontista?

Apesar de não existir idade mínima para realizar a primeira consulta ao ortodontista, a época mais oportuna para procurar um ortodontista é no início da erupção dos dentes permanentes, ou seja, no início da dentição mista.

Quais os tipos de correções realizadas?

O ortodontista, atualmente, inicia seu tratamento com condutas mais simples, como a manutenção de espaços nos casos de perda prematura de dentes, corrigindo até casos mais complexos, como os tratamentos ortodônticos associados ao aumento ou diminuição cirúrgica dos maxilares.

Quando da necessidade do tratamento, quais são os benefícios, além da estética?

A função principal do tratamento ortodôntico é restabelecer a oclusão (perfeito engrenamento dos dentes superiores e inferiores), que é fundamental para a correta mastigação e, consequentemente, adequada nutrição e saúde bucal. Com o restabelecimento da oclusão, evitam-se problemas de respiração, deglutição, fala e da articulação temporo-mandibular.

Um paciente adulto poder-se-á submeter ao tratamento?

Sim. Não existe idade máxima para a realização do tratamento ortodôntico, embora devam ser tomados alguns cuidados especiais, principalmente em relação aos tecidos de suporte dos dentes. O tratamento em adultos pode ser mais lento e limitado pois podem coexistir problemas periodontais (doenças das gengivas), perdas de elementos dentários e maior comprometimento das estruturas dentárias devido a próteses ou restaurações extensas.

Quais são os tipos de aparelhos?

Os aparelhos podem ser divididos em dois grupos: o fixo e o removível. Os fixos utilizam brackets, tubos e anéis, que unem aos dentes através de uma substância adesiva ou cimento, e que suportam um arco metálico responsável pelo movimento dentário. O aparelho fixo permite uma maior movimentação dos dentes e não dependem da colaboração do paciente.
Já os aparelhos removíveis são encaixados na boca, podendo ser retirados pelo paciente ou pelo ortodontista, e dependem da colaboração do paciente. Podem ser ortodônticos, os quais realizam pequenas movimentações dentárias, ou ortopédicos, utilizados nas correções esqueléticas (ósseas).

Existem aparelhos estéticos?

Sim, hoje em dia existem aparelhos como os de cerâmica, que são bastante estéticos, em que as peças de suporte se confundem com a cor do dente.

Quanto tempo demora em média o tratamento?

É difícil de se prever o tempo de um tratamento ortodôntico, pois este depende de vários fatores, como respostas biológicas individuais, tipo de má oclusão, tipo de aparelho utilizado e colaboração do paciente. Um tempo médio é de vinte e quatro a trinta meses de tratamento ativo.

É doloroso?

O tratamento ortodôntico, no início, causa algum incómodo, principalmente na fase de colocação do aparelho. Após essa fase, só terá desconforto cerca de 24 a 48 horas após os ajustes praticados pelo ortodontista mensalmente.

Existe algum risco associado ao tratamento?

Quando o tratamento é bem planificado não existem riscos maiores ao paciente, desde que este siga todas as instruções dadas, principalmente em relação à higiene bucal, pois os detritos podem causar problemas gengivais, periodontais, manchas brancas ou, mesmo, cáries dentárias.

Se os pais tiverem má posição dos dentes, o mesmo pode ocorrer com os filhos?

Sim. Apesar de o problema genético ser um dos fatores do aparecimento da má oclusão nos filhos, outros fatores podem levar ao tratamento ortodôntico, como por exemplo: a respiração bucal, sucção prolongada de dedo ou chucha, deglutição atípica e anomalias dentais.

É necessário extrair dentes permanentes?

Em muitos casos a extração de dentes permanentes será necessária, principalmente naqueles em que há falta de espaço para a acomodação de todos os dentes no arco. O resultado deve ser um perfil harmonioso, agradável, com lábios contactados, sem esforço muscular e perfeita harmonia dentária. Quando bem indicadas, as extrações não trazem prejuízos ao paciente.

Existe a possibilidade de os dentes retornarem à posição original?

À posição original, não. Podem ocorrer pequenas acomodações pós-tratamento, que podem estar ligadas ao crescimento e às alterações funcionais. Essa tendência é normalmente bem controlada e minimizada através de uma perfeita execução da técnica ortodôntica, bem como da utilização correta dos aparelhos de contenção.

Quais são as doenças das gengivas?

A gengivite e a periodontite são os principais exemplos destas patologias. Afectam o periodonto (gengiva, osso e ligamento que une o dente ao osso dos maxilares). Estas doenças, quando não tratadas terminam com a perda dentária e consequente limitação funcional dos pacientes.

Caso tenha alguma questão em particular contacte-nos: geral@cedal.pt